sexta-feira, 1 de outubro de 2010


Por Equipe O Samba

A menos de um mês das eleições a disputa pela cadeira do presidente Lula domina as páginas de jornal, noticiários de TV e conversas de botequim. No dia primeiro de janeiro de 2011, brasileiros e brasileiras –como diria José Sarney- acordam da ressaca do réveillon com o novo mandatário da nação com a devida faixa no peito. Enquanto Dilma Roussef (PT), José Serra (PSDB), Marina Silva (PV) e Plínio de Arruda Sampaio (PSOL) se digladiam nos debates, o blog em seu segundo podcast apresenta uma nova alternativa a disputa presidencial. Em busca de um país mais justo, criativo, consciente, alegre, crítico e cheio de ziriguidum, sugerimos um sambista na presidência e apresentamos os candidatos abaixo. Votem na enquete ao lado (Escute as músicas dos indicados no player ao lado):


Beth Carvalho – A mangueirense é chamada de madrinha por gente como Zeca Pagodinho, Arlindo Cruz, Almir Guineto e os bambas históricos do Cacique de Ramos,prova que de coisa boa ela entende. Em sua voz vários compositores viraram sucesso e até em Marte ela foi parar. Se até marciano deu moral, Beth também merece o nosso voto.

Dicró – Onde o embaixador de Ramos pisa rouba a cena. Com pensamento rápido e a piada sempre na ponta da língua, Dicró botaria qualquer estadista no bolso em reunião da ONU. Uma lei anti-sogra certamente estaria na pauta do sambista, o que livraria muita gente de finais de semana chatos e feriados pedantes.

Dona Ivone Lara – Cria do Império Serrano e primeira mulher a ganhar samba-enredo numa escola de samba, Dona Ivone marcou seu nome como grande compositora com músicas como “Sonho meu”, “Acreditar” e “Tiê”. Chegando aos 90 anos, ela tem experiência e talento suficientes para exercer um governo popular e sambista.

Nei Lopes – Com uma pá de hits e livros nas costas, o bacharel do Irajá ultrapassou a fronteira musical e se criou também como um pensador importante, com seus estudos de antropologia e sociologia. Tudo isso gabarita Nei a assumir ao cargo mais importante da nação. O “Café com o Presidente” seria regado a samba e cultura.

Paulinho da Viola – Ao contrário do desejo de seu pai, o violonista Cesar Faria, Paulinho decidiu ser artista e ainda bem, virou sambista. Ou seja, a política...ops...o samba para ele é uma questão de vocação. O país estaria bem entregue ao portelense mais festejado de todos os tempos. Em vez do verde e amarelo, talvez ele optasse pelo azul e branco.

Roberto Silva
- O Príncipe do Samba é um dos maiores intérpretes que o Brasil já produziu. Faz sucesso desde a era do rádio e hoje em dia, ainda se apresenta com fôlego de garoto. Do alto dos seus 90 anos é o candidato mais experiente de todos. Sua passagem por praticamente todas as épocas da música no século passado o credencia ao cargo.

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sábado, 10 de fevereiro de 2007


*Post dedicado a maiores de 23 anos. Mas quem tem menos pode chegar que a gente troca.


"Carmem uma jovem do subúrbio carioca que faz pacto com a pombagira prometendo poder de sedução por todos os homens". Também tem: "Rio de Janeiro, 1961. A estudante de socioloia Jocasta filha do ativista político Túlio Silveira tem 18 anos e participa do movimento político do país, abalado pela renúncia do presidente Jânio Quadros. Ela se apaixona por Laio, um jovem alienado que vive da mesada do pai. Místico, Laio não dá um passo sem consultar seu guru e amigo Argemiro, a quem recorre quando recebe a notícia da gravidez de Jocasta. Os búzios mostram que seu filho irá odiá-lo e que terá uma relação amorosa com a mãe. Assustado, Laio planeja o sumiço da criança". Essas são respectivamentes as sinopses das novelas Carmem(Manchete) de Glória Perez e Mandala(Globo) de Dias Gomes. Ambas eu catei no site Teledramaturgia.
Já pelas sinopses, dá pra ver que as polêmicas das páginas da vida do Maneco, não davam nem para o café com as novelas de antigamente. Entediado pela programação da tevê aberta foi que caí nesse site, procurando sobre as dores de cabeça intermináveis de Renato Vilar, o escroque interpretado por Tarcísio Meira em Roda de fogo e por meu ídolo Lucas, jogador de futebol de várzea paulista em Vereda Tropical. Entrando lá, dá-se de cara com um site bem cuidado com links para produções de teledramaturgia brasileira em geral de todas as épocas e emissoras. Até pra quem não é saudosista, bate uma tristeza quando você dá uma lida no site, nas histórias e nas polêmicas que elas geraram e compara com o que se produz hoje. A gente percebe porque quem viu Armação Ilimitada -uma quebra na linguagem televisiva- comendo Skiny de presunto não consegue assistir Malhação -uma quebra na inteligência televisiva- comendo batata Pringles. A gente lembra também que novela das sete já teve Top Model e nem sempre foi Marcos Pasquim fazendo papel do Humberto Martins, correndo no cio o tempo inteiro sem camisa.
Entrem lá que vale a pena. Vejam porque Roque Santeiro foi proibida pela censura, como Pantanal ameçou o ibope da globo e por que Lauro César Muniz teve que mudar os destinos de O Salvador da Pátria por causa do embate político entre Lula e Collor nas eleições presidenciais de 89.

Deixo aqui a abertura de Mandala, a música já é pura pressão.
A propósito, eu morria de medo do Argemiro.


*Post dedicado a maiores de 23 anos. Mas quem tem menos pode chegar que a gente troca.


"Carmem uma jovem do subúrbio carioca que faz pacto com a pombagira prometendo poder de sedução por todos os homens". Também tem: "Rio de Janeiro, 1961. A estudante de socioloia Jocasta filha do ativista político Túlio Silveira tem 18 anos e participa do movimento político do país, abalado pela renúncia do presidente Jânio Quadros. Ela se apaixona por Laio, um jovem alienado que vive da mesada do pai. Místico, Laio não dá um passo sem consultar seu guru e amigo Argemiro, a quem recorre quando recebe a notícia da gravidez de Jocasta. Os búzios mostram que seu filho irá odiá-lo e que terá uma relação amorosa com a mãe. Assustado, Laio planeja o sumiço da criança". Essas são respectivamentes as sinopses das novelas Carmem(Manchete) de Glória Perez e Mandala(Globo) de Dias Gomes. Ambas eu catei no site Teledramaturgia.
Já pelas sinopses, dá pra ver que as polêmicas das páginas da vida do Maneco, não davam nem para o café com as novelas de antigamente. Entediado pela programação da tevê aberta foi que caí nesse site, procurando sobre as dores de cabeça intermináveis de Renato Vilar, o escroque interpretado por Tarcísio Meira em Roda de fogo e por meu ídolo Lucas, jogador de futebol de várzea paulista em Vereda Tropical. Entrando lá, dá-se de cara com um site bem cuidado com links para produções de teledramaturgia brasileira em geral de todas as épocas e emissoras. Até pra quem não é saudosista, bate uma tristeza quando você dá uma lida no site, nas histórias e nas polêmicas que elas geraram e compara com o que se produz hoje. A gente percebe porque quem viu Armação Ilimitada -uma quebra na linguagem televisiva- comendo Skiny de presunto não consegue assistir Malhação -uma quebra na inteligência televisiva- comendo batata Pringles. A gente lembra também que novela das sete já teve Top Model e nem sempre foi Marcos Pasquim fazendo papel do Humberto Martins, correndo no cio o tempo inteiro sem camisa.
Entrem lá que vale a pena. Vejam porque Roque Santeiro foi proibida pela censura, como Pantanal ameçou o ibope da globo e por que Lauro César Muniz teve que mudar os destinos de O Salvador da Pátria por causa do embate político entre Lula e Collor nas eleições presidenciais de 89.

Deixo aqui a abertura de Mandala, a música já é pura pressão.
A propósito, eu morria de medo do Argemiro.